quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Haikais I - Fobias e Sem Humildade
Fobias
Frio calafrio!
Morrer de medo de ter
Medo do medo
Pablo de Araújo Gomes, 15 de agosto de 2012
Sem Humildade
Advogado
Pensa que é jurista
Mas é um besta
(nota: haikai sobre maus representantes de nobre profissão)
Pablo de Araújo Gomes, 15 de Agosto de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Bom Dia!
Doces, róseos lábios,
De úmida maciez,
Tocam-me o pescoço
E eriçam cada fio em minha pele
Sinto quente a respiração
Que me tira o ar
E o cheiro matutino
Da dama que vem me acordar
Como corre o salão
Um casal de bailarinos
Deslizam em minhas costas
Os cabelos compridos
Eu de bruços, semiacordado,
E ela, então, em mim deitada,
Lépida, linda, aconchegante,
Com um sorriso inebriante
Seu corpo quente
Me recobre até a alma
Seu peso me desperta,
Viro-me, dou-lhe um beijo,
E trocamos um intenso e mútuo desejo
De Bom Dia!
De úmida maciez,
Tocam-me o pescoço
E eriçam cada fio em minha pele
Sinto quente a respiração
Que me tira o ar
E o cheiro matutino
Da dama que vem me acordar
Como corre o salão
Um casal de bailarinos
Deslizam em minhas costas
Os cabelos compridos
Eu de bruços, semiacordado,
E ela, então, em mim deitada,
Lépida, linda, aconchegante,
Com um sorriso inebriante
Seu corpo quente
Me recobre até a alma
Seu peso me desperta,
Viro-me, dou-lhe um beijo,
E trocamos um intenso e mútuo desejo
De Bom Dia!
Pablo de Araújo Gomes, 20 de março de 2012
domingo, 3 de julho de 2011
Renascer
O que renova os juramentos,
O que recria as crenças
O que permite, após as trevas,
Ressugir o sol ardente e claro
Em meio à tempestade, não desiste
O que não pára de sonhar,
O que não pára de viver,
Se permite, hoje e sempre,
Renascer
O que recria as crenças
O que permite, após as trevas,
Ressugir o sol ardente e claro
Em meio à tempestade, não desiste
O que não pára de sonhar,
O que não pára de viver,
Se permite, hoje e sempre,
Renascer
Pablo de Araújo Gomes, 03 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Trabalho Acadêmico
Ai, que sono!
Ponho Pink Floyd pra tocar,
Trago a água gelada pra beber,
Trago umas pastilhas para enrolar,
Sacudo a cabeça,
Preciso acordar.
Tenho muito a ler,
Tenho muito a escrever,
E meu prazo acaba
Amanhã
Ponho Pink Floyd pra tocar,
Trago a água gelada pra beber,
Trago umas pastilhas para enrolar,
Sacudo a cabeça,
Preciso acordar.
Tenho muito a ler,
Tenho muito a escrever,
E meu prazo acaba
Amanhã
Pablo de Araújo Gomes, 29 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Verso Errante
Escrevo meu verso
Em tributo à arte
Escrevo meu verso
Tributário ao amor
Escrevo meu verso
Pensando em política
Escrevo meu verso
Pensando em alguém
Escrevo meu verso
No transbordar de um sentimento
Escrevo cada verso
Esperando que o leiam
Escrevo cada verso
Crendo que não o lerá
A pessoa em que busquei inspiração
Escrevo o verso
Se não gosto, reescrevo
Escrevo o meu verso
Se não gostar...
Não importa!
Publico-o porque é verso!
Publico-o porque é arte!
Goste ou não, é arte
E publico
O meu Verso Errante!
Em tributo à arte
Escrevo meu verso
Tributário ao amor
Escrevo meu verso
Pensando em política
Escrevo meu verso
Pensando em alguém
Escrevo meu verso
No transbordar de um sentimento
Escrevo cada verso
Esperando que o leiam
Escrevo cada verso
Crendo que não o lerá
A pessoa em que busquei inspiração
Escrevo o verso
Se não gosto, reescrevo
Escrevo o meu verso
Se não gostar...
Não importa!
Publico-o porque é verso!
Publico-o porque é arte!
Goste ou não, é arte
E publico
O meu Verso Errante!
Pablo de Araújo Gomes, 25 de junho de 2011
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